sexta-feira, 31 de março de 2017

Livros: The throne of the crescent moon

Olá!


       Como podem ver pelo título e a capa, essa versão é em inglês e pelo que eu sei ainda não houve tradução para o Português. Não é desestimulando, mas prepare-se para um inglês mais formal e para palavras que você vai precisar verificar o significado no dicionário, pois o pano de fundo dessa história não é o que estamos acostumados.

     Mas, enfrentando as barreiras linguísticas, você estará diante de um livro muito bom.

      O Protagonista Doctor Adoulla é muito humano, com sua historia e motivações bem fechadinhas. Ele impressiona pela simplicidade e pela constante demonstração de sabedoria adquirida a duras penas. Acho muito legal ele ser tão honesto quanto a seus quereres e seus arrependimento na vida. Como eu disse, muito humano.

Fomos para praia, o tempo fechou: bora ler.
Daniel lendo "Vergonha" e eu throne of the
crescent moon. 
      Para falar a verdade, uma coisa que gostei muito nesse livro, é a presença de vários personagens idosos agindo de forma ativa na trama - e não só apenas dando sábios conselhos, como normalmente acontece. O autor explora a necessidade dos mais jovens ouvirem os mais experientes para poderem tomar melhores decisões - ou pelo menos, decisões sem sofrer tanto - e ainda apresenta o alto grau de poder dos personagens que, mesmo idosos, são mais capazes que os jovens puramente por serem mais experientes - nunca vi isso ser explorado em uma história de fantasia antes.


      Outra coisa que me chamou muita a atenção e desenvolveu minha imaginação foi a mudança de cenário. Ir para o deserto, para as cidades árabes caóticas, com seus mercados e bairros segmentados em razão da religião, e também as diferentes vestimentas e comidas, abre um mundo totalmente novo na minha imaginação ( que esta repleta de castelos, armaduras, cavalos, carvalhos e um prato de cervo xD).

        Sim, estou exaltando o diferente e reclamando dos clichês reiterados que pessoal fica reproduzindo achando que tá inventando a roda. )
#Por mais cenários variados - diversificação de culturas! 

    Pois bem, eu gostei bastante da história e da proposta de aventura. Esse livro é o primeiro de uma série - The crescent moon kingdom e eu com certeza vou querer ler os próximos.

   Como crítica, tenho apenas a conclusão da história. O autor se preocupou tanto no detalhamento de tudo e na construção de ideias e na lenda e tudo mais e ai..... o fim súbito e meio inesperado - mas não aquele inesperado "bom", sabe, mas aquele inesperado meio plot twist que não deu certo.
    Outra falha/chatisse/ou talvez seja a intenção do autor, o romance entre o Raseed e a Zamia foi chaaaaaaaatoooooooo. Lenga lenga da porra e o final era previsível.

Afora esses pontos, adorei mesmo o livro e super recomendo!
O livro pode ser encontrado na livraria cultura e custa aproximadamente R$35,00.

Até!

segunda-feira, 27 de março de 2017

Viagem: Cinque terre

Olá!

Essa foi uma das melhores parte da nossa viagem Portugal - Itália e a principal razão é o fato das terre ser um lugar lindo. A outra razão é que passamos o primeiro dia fazendo trilha de uma terre a outra e o segundo dia passeando de barco.

Como chegar: sugiro ir de Milão ou Florença pois são cidades mais próximas de La Spezia. Nós fomos de Roma e a viagem durou umas 5h.
       Atenção para o horário de chegada em La Spezia ou nas terre porque o horário de Check in costuma ser limitado (vi hospedagens que era até as 18h!!)
     Cuidado também com os horários de funcionamento dos trens.

Hospedagem: recomendo que fiquem em La Spezia ou em algumas das terre.
      Nós acabamos pegando uma boa hospedagem mas em uma outra cidade próxima e nos demos mal porque estávamos limitados ao horário do trem (o ultimo as 20h saindo de La spezia!!!!)

Transporte: 
      Há trens o tempo todo saindo de La Spezia e entre as terre. A compra pode ser efetuada nas estações e o bilhete costuma custar uns 3 euros.

Cinque terre significa 5 terres. São 5 cidades que são ligadas por trilha ou por trem e que tem uma característica peculiar: uma visão panorâmica de um mar lindissimo e com um tipo de "horizonte" que eu nunca tinha visto. Talvez não faça sentido mas Daniel teve a mesma sensação que eu.

Dia 01: Dia de Trilha

     Nós começamos bem cedo o dia, e 09:00 já estávamos em Riomaggiore. Tomamos o melhor café da manhã da viagem em uma café que fica na saída da estação de trem e custou uns 4 euros (para os padrões das terre e para a quantidade de comida,foi uma verdadeira barganha - além da comida ser deliciosa! ) - gente infelizmente não to lembrando o nome! =/

     A ideia era começar a fazer a trilha Riomaggiore - Manarola mas eu arreguei. Era subida super ingrime e eu tinha acabado de comer... preferi ir de trem até Manarola, passear um pouco na cidade e depois, com o corpo mais quente, começar a trilha, Foi a melhor decisão.




Fizemos a trilha Manarola - Coniglia em umas 2h.

Paramos para almoçar em um restaurante panoramico e fizemos umas comprinhas de lembrancinha.








Depois da pausa, seguimos nossa rota até a
cidade de Vernazza, que demorou mais umas 2h. Passeamos na cidade, tomamos um gelatto, e retomamos a trilha porque eu tava louca para poder entrar na água.






O trecho Vernazza - Monterrosso foi o mais longo ( e puxado) porque tinha muita subida e descida mas também é um dos mais bonitos. Acho que justamente demorou mais porque a gente não aguentava e tinha que parar para bater fotos xD



A chegada a Monterrosso já foi com por do sol. Corremos para a praia, a areia de pedrinhas foi do céu para massagear meus pés cansados, e a temperatura da água estava excelente.



 Foi um fim de noite perfeito s2

Depois, corremos para não perder o trem de volta.



#Para constar: TODAS as trilhas são bem demarcadas e não exigem guia para serem feitas. O que realmente é necessário é um preparo físico mínimo (porque tem muita subida e descida), levar água e passar protetor solar. 
   Não é necessário fazer todos os trechos, muito menos no mesmo dia como nós fizemos. Se não for muito sua praia, sugiro que faça apenas o trecho Vernazza x Monterrosso porque é muito lindo (mas é puxado, viu?) 

Dia 02: Dia de barco e Porto Venere

Chegada a Porto Venere


   Esse segundo dia foi meio corrido para nós, já que havíamos nos hospedado longe de La spezia, então foi aquele procedimento: levar os mochilões para La spezia, colocar no locker, tomar café da manhã e depois pegar trem para as terre.

# DICA: Deixe suas malas no locker da estação se você for embora no fim do dia, pois evita corre corre. É um dinheiro bem empregado, já que todo o tempo disponível vai ser aproveitado passeando, e não correndo para hotel para pegar malas. 


O roteiro foi o seguinte: fomos de trem até Monterosso, pegamos a barca e fizemos o passeio de barco direto até Porto Venere - a sexta terre - sem descidas. O plano era ficar um tempo em Porto Venere e descer nas cidades que não ficamos muito no dia anterior (Riommagiore e Vernaza).


O passeio de barco foi maravilhoso. Até golfinhos vimos s2

O custo do passeio de barco é 32 euros por pessoa e os horários de saída e chegada em cada cidade são divulgados nos sites das empresas ou no site de cinque terre - http://www.cinqueterre.it/pt-br

     Demorou mais ou menos 1hora até chegarmos em Porto Venere.
      Por escolha nossa, ficamos apenas 1 hora - e nos arrependemos porque foi muito pouco.
     Acho que o ideal é tirar meio dia para Porto Venere, mas não tinhamos todo esse tempo nesse dia. Ficou corrido nosso roteiro, com trem saindo as 18h de La Spezia para o próximo destino.    

    Sugiro pegar um trem mais tarde, por volta das 20h, para aproveitar o dia e não perder o dia seguinte.

Mas deu tempo de irmos na Igreja de São Pedro (onde eu tirei essa foto ai do lado) e de onde se tem uma vista lindissima do mar e dos arredores de Porto Venere).

   Além de conhecer a igreja e apreciar a vista, o caminho por dentro da cidade é bem agradável, tem várias lojinhas , restaurantes e cafés muitoo bonitinhos. Eu realmente adorei a cidade s2

     Há um castelo no topo da cidade, o Castello Doria, mas não tinhamos tempo para visitá-lo - por isso fica a dica para quem reservar meio dia (ou 4 horas) para Porto Venere.

Não há areia nas praias de Cinque Terre. A praia é formada por pedrinhas. 
     Retornamos de barco e acabamos desistindo de descer em Riomaggiore, indo direto para Vernazza.

     A ideia era mergulharmos em Vernazza porque no dia anterior tava muito quente e vimos várias pessoas dentro do mar bem pertinho da beirada. Não tivemos essa sorte pois o tempo fechou totalmente e acabamos apenas fazendo "castelinho de areia" na praia xD


óh esse tempo e essa água com cara de fria xD




Enfim, nosso almoço acabou rolando na praça principal de Vernazza e super rolou o arrependimento - mal servido, caro e atendimento lixo.


O nome do restaurante é Gambero Rosso e eu realmente NÃO RECOMENDO ele principalmente por causa do atendimento. Foi realmente uma experiência ruim.
Nosso almoço custou 46 euros! (uma fortuna) para pratos mal servidos.


Por fim, nós demos um pulo em Monterroso - na fé de que lá daria para dar um mergulho mas preguiçamos de ficar molhados e sujos para pegar o trem - decisão prudente. Aí somente batemos uma foto com o Gigante.

O gigante ali atras 

      De Monterroso, pegamos o trem para La Spezia para seguirmos viagem para o nosso próximo destino. 

Até Nápoles pessoal! 


sexta-feira, 24 de março de 2017

Cabelo: retoque e corte

Olá!


Durante a última viagem - o foco de destruição capilar - e pontas destruídas mas ainda longas

     Notei que meu cabelo de desfez durante a nossa última viagem. Apesar de eu ter levado os meus produtos e máscara de hidratação, a maior parte dos lugares que estivemos era muito seca mesmo e, somando-se a isso a exposição constante a sol e vento terminou de destruir uns bons dedos do comprimento de cabelo que venho cultivando a tanto temo :'(

     Então, fiz duas experiências em um curto espaço de tempo para ver se eu ficava mais feliz com minhas madeixas: retoquei a raiz usando uma OX de 20v (que é menos agressiva), e tonalizei o resto com Garota Veneno.

     O resultado das pontas foi bem insatisfatório porque as pontas não ficaram cobras nem vermelhas mas com um tom roseo que me lembra o Molin Rouge. =/ Daí as várias reclamações - com razão - das usuárias da Lola Cosmetics. Isso confirma para mim que a gente tem que dar "sorte" na compra do lote bom do produto, senão fica com o cabelo com várias cores.

Sim, cara de cú e instisfação com as pontas róseas. A raiz parece mais escura na foto mas depois que eu lavei a cor ficou toda por igual (chocada). 

     Mas desse mal não sofri por muito tempo porque no dia seguinte fui "aparar as pontinhas". Disse que queria que tirasse todo o comprimento de pontas que estivesse destruído.  Após um corte de uns 6 dedos de ponta, meu cabeleireiro me disse que não iria cortar mais porque, apesar de ainda ter mais uns 5 dedos de ponta danificada, ele reconheceu que ia tirar muito do peso do cabelo e eu não ia aguentar o novo comprimento + volume. Super acertou de não aceitar minhas diretrizes (já to louca sem esses 6 dedinhos :'( )


    De qualquer forma, o plano é ir cortando as pontinhas de 3 em 3 meses para tirar a progressiva e ir me adaptando ao meu cabelo sem química alisante - já basta as tintas, né??


     O resultado dessas aventuras capilares não é o mais satisfatório, porque não estou acostumada meeesmoo, mas a aparência do cabelo esta melhor agora de forma geral ^^


Após retoque e corte das pontas - note que a cor ficou toda por igual mesmo após a lavagem. 
É isso pessoal, iniciando a saga: tirando a progressiva. 

Até!

segunda-feira, 20 de março de 2017

Livro viajante: Uma burca por amor

Olá!

    E iniciou-se um novo ciclo de livro viajante \o/

   Para quem não sabe, o grupo Livro Viajante trata-se de um rodízio mensal ( ou praticamente mensal, pq as vezes temos atrasos ^^'') no qual é feito um sorteio para determinar a ordem do repasse (quem te envia e para quem você encaminha o livro) e se inicia com você escolhendo qual é o seu livro que você vai colocar na roda.

    O livro que eu escolhi para essa rodada é "Cidade de Ladrões" ( David Benioff) e ele foi encaminhado no meio do Mês de Janeiro para a 1ª rodada do livros viajantes. O livro que eu recebi eu já tinha lido que é o "Exorcismo, amores e uma dose de blues" (Eric Novello) - para ler a resenha desse livro clique aqui.


     Então agora estamos na segunda rodada do livros viajantes II e eu já li o "Uma burca por amor" e a partir de agora exponho as minhas opiniões. 

     A história do livro é baseada em fatos reais o que por si só já dá um peso maior - pro bem e pro mal - na nosso opinião de leitura. 
Particularmente achei o livro meio mal escrito mas nada que atrapalhe ou incomode muito na leitura. A narrativa somente fica meio atropelada as venhas ou enfadonha em outras. 

    Sinopse feita por mim: a história de uma jovem adulta alienada que se casa com um rapaz afegão e mulçumano, e que mesmo após casada parece ignorar qualquer informação sobre a cultura/religião/cultura do marido. Ela não conta nada sobre o casamento para a família (de quem ela fugiu aos 18 anos porque era "rebelde") e resolve ir para o Afeganistão grávida para acompanhar o marido - que insistia que ela não precisava ir. Após ficar presa uma primeira vez nesse país (porque não teria condições de voar por causa da gravidez) ela RETORNA com o marido e filho pequeno para lá e, após terem todo seu dinheiro e passaportes roubados, acabam ficando ANOS presos no Afeganistão. 

     É uma sinopse dura mas porque em linhas gerais foi o que aconteceu. 
    Eu me irritei N vezes com essa guria porque ela era muito sem noção. Depois de um tempo eu comecei a ficar com raiva do marido porque FRANCAMENTE ele não achou relevante falar para ela a bosta de lugar que é o Afeganistão para uma mulher não?? E outra, depois do perrengue master blaster que eles passaram na primeira ida, se ele fosse uma pessoa razoável, a esposa podia chorar lágrimas de sangue querendo ir com ele mas ele não permitiria, já que ELE tinha plena consciência do perigo que expunha esposa e filho levando-os para seu país de origem. 

(pausa para respirar) 

Após tanta crítica é de se pensar que eu não gostei do livro né?

    Mas eu gostei. É uma aventura e uma provação de vida muito intensa. É impressionante que a protagonista continue esperançosa e amando o marido depois de tudo que passou. 
    A força de vontade de viver em ambos, mesmo com tantas privações e sofrimento, é algo que faz uma pessoa refletir sobre o valor que tem dado a própria vida. 

    Acredito que para meninas que adoraaam um romance água com açucar onde a mulher faz de tudo para que o casal fique junto a qualquer custo vão amar. Eu leio e me indigno mas respeito. 

Então é isso pessoal, recomendado para pessoas que gostam desses amores meio loucos xD e para quem curte uma história real que mostra que é possível vencer obstáculos e fases ruins ^^ 

Até! 

sexta-feira, 17 de março de 2017

Viagem: Roma (parte 2)

Olá!

Castelo Sant'Angelo

Esse post é continuação da minha narrativa dos 4 dias que passei em Roma. Para ler a primeira parte, clique aqui.

Dia 3 - Castelo Sant'Angelo, Piazza San Pietro, Basílica di San Pietro, Piazza Venezzia, Museu Capitolini, Trastevere e Jantar no Restaurante Carlos Menta.

      Esse roteiro acabou não sendo 100% executado porque saímos tarde, o tempo de locomoção do nosso grupo era sempre bem lento (até porque descobríamos em cima que a estação estava com a acessibilidade quebrada ¬¬ e acabamos chegando com as coisas fechando no final do dia.  Contudo, acho que é um roteiro bem viável.

     Nós usamos o Roma pass como 2ª atração incluído no cartão (já que Coliseu + Foro Romano + Palatino são considerados apenas uma atração).  A atração estava muito cheia e tivemos que esperar um bom tempo para que meu avô pudesse subir de elevador para conhecer o palácio (no primeiro piso não tem muito para ver).

    O castelo é circular, então é bem legal a vista das muradas. Parte desse andar foi revestido com vidros mas não acho que perdeu o encanto. As salas/quartos que tivemos acesso não tinham nada de formidável e tudo mais, contudo descobri depois por uma amiga que nós não conhecemos todo o castelo e que existe uma parte muito bonita e bem decorada :/ ficou para a próxima.
    A entrada no Castelo Sant'Angelo custa 13 euros.
    Funcionamento: 09:00-19:30 ( confirme o horário nos sites antes de ir)




    Nós almoçamos no próprio Castelo tendo a vista do domo da Basílica San Pietro e o preço da massa foi por volta de 10 euros.

    Seguimos a pé caminhando até o Vaticano (seguindo quase uma procissão de tanta gente que tinha) até chegarmos a Piazza San Pietro. É muita gente mesmo!!! Mas a scooter do meu avô ia abrindo caminho e uma hora nós chegamos. xD A piazza é só choque com a beleza das construções e grandeza;

   

 Entramos na fila para entrar na Basília e, por estarmos com meu avô, acabamos cortando um pedaço da fila pois o acesso dele seria por um elevador.
# Dica: Há audioguide com acesso pelo celular, portanto leve seu fone de ouvido!!! 

A Basílica é sensacional. O teto é tão longe e tudo é tão amplo. Mesmo apinhado de pessoa você não consegue dizer que esta cheio/lotado porque não chega a ficar sufocante.
Passeio maravilhoso!

AIMEUDEUS é a Pietá




E, para completar. é claro que tinhamos que passar um perrenguezinho né? Resolvemos subir do Duomo da Basílica.

Para começa: há um aviso do lado da bilheteria informando que são mais de 300 degraus até lá, sendo que além destes, você pode subir mais uns tantos degraus pela escada ou ir de elevador. Acerta aquele que sacrifica alguns euros e vai de elavador porque a subida total de escada sem o elevador são mais de 500 degraus.

A subida custa 6 euros de escada ou 8 euros com elevador.
O funcionamento é das 08:00 - 17:00 ( outubro - março), indo até as 18:00 nos demais meses.

Mas falando do perregue... 

Eu tenho problema com claustrofobia, e os corredozinhos da subida são tensos. Eu suava muito mais de pavor com as afiladas do corredor do que do exercício em si. No final eu estava correndo para acabar x.x Mas o perrengue vale super a pena porque a vista é maravilhosaaaaaa!!!!!


# Dica: existe visitação a necropoli do vaticano, contudo eu não consegui agendar mesmo entrando em contato pelo email com 3 meses de antecedência x.x Logo, se você tem interesse, sugiro que entre em contato o quanto antes com o Ufficio Scavi. 

      Nesses idos já era quase 16h e para irmos para a próxima atração, tínhamos que deixar mamãe e vovô no ponto do ônibus turístico para eles irem de forma mais confortável ( não há metro próximo a Piazza Venezzia. 

     Lógicooo que eu e Daniel nos perdemos para ir de transporte público até lá xD Mas chegamos por volta de 16:30. E cadê vovô e mamãe? Cadê bateria funcionando? 

     Acabou que eu e Daniel ficamos lá no "bolo fofo" batendo fotos e apreciando a vista e levemente nervosos porque não víamos o ônibus turístico. Acabou que nem subimos no elevador para ter a visão panorâmica - até porque acho que nem precisa, já que as escadas externas te levam bem alto. 
Por volta de 17:30 a gente encontrou com meu avô e minha mãe ( o ponto do onibus turistico era em outro lugar mais a frente do Museu Capitolino). 

     Aí, como sabíamos que os Museu fechava as 18h, resolvemos apenas ir no café que tinha lá mas... para acessar com a cadeira tivemos que subir uma rampa eternaaaaa porque não era acessível o lugar para o cadeirante. Essa era a rampa de acesso para carros.  Quando finalmente chegamos lá emcima eles avisaram que não valia a gente ir no café por causa do horário. Frustração. 

    Daí não tinha o que fazer: pegamos um busão - essa área é MUITO ruim para transporte público - e fomos jantar no bairro Trastevere. Como todo mundo tava cansado e com fome a gente nem explorou muito o bairro para escolher o restaurante: fomos no restaurante indicado e ADORAMOS! 

    Com um preço muito razoável (10 euros, menu turístico com entrada + prato principal + sobremesa), o Carlos Menta tem um ambiente muito agradável e uma comida saborosa demais! Foi uma das refeições que eu mais gostei e o preço pela qualidade e quantidade valeu muito a pena!
Endereço:  Via della Lungaretta, 101, 00153 Roma, Itália

Após a janta retornarmos para casa. 

Dia 4 - Museus do Vaticano, Capela Cistina, Almoço restaurante 3/4, Pantheon, Villa Borguese, por do sol no Pincio ( mirante da Piazzale Napoleone), Piazza del Popolo, Jantar no restaurante Al 34 e Piazza di Spagna. 




     Os ingressos para os Museus do Vaticano e Capela Cistina foram adquiridos antecipadamente ( e devem ser) no site https://biglietteriamusei.vatican.va/musei/tickets/do?weblang=en&do

     O preço do ingresso é 16 euros + 4 euros da reserva online. Você escolhe o horário que fará a visitação e deve estar lá antes do horário porque eles fiscalizam na entrada e isso acaba formando uma grande fila.  
     O Audioguide é opcional (mas eu realmente recomendo) e custa 7 euros. 
     Sugiro uma manhã (4h) para esse passeio porque é grande, é cheio e tem muita coisa para ver e ouvir. Nós ficamos uma eternidade na Capela Cistina porque eu quis ouvir todo o audioguide sobre ela. Apesar da pintura principal ser mega conhecida, ao vivo o feeling é outra coisa. Adorei mesmo o passeio!

    Saímos dos Museus e descobrimos que a estação de metro mais próxima tinha dado problema na acessibilidade - oremos, ô terra - e ai fomos andando para a próxima estação de metro acessível e no caminho encontramos o 3Quarti Ristorante, que foi uma surpresa saborosa. 
     Apesar de ser puxado no preço (prato único custando 12 euros) a porção é bem servida e vale a pena o almoço ou jantar no local para quem estiver no Vaticano. 
Endereço: Via Attilio Regolo, 21, 00192 Roma, Itália

    Após o almoço meu avô pediu para ir para casa, então demos um pitstop no ap e retornarmos aos passeios. Infelizmente, acabamos perdendo muito tempo nessa ida e volta e, quando chegamos a estação Barberini já eram 16h. 

    Fizemos novamente o caminho passando pela Fontana di Trevi (que acho que já reparam que eu gostei muito) e chegamos no Panteão. Particularmente eu não liguei muito não porque esse é o mal depois de algumas viagens... algumas coisas grandiosas acabam não impressionando tanto porque você já viu coisas maiores/mais bonitas/mais conservadas, etc. 
A entrada no Panteão é Gratuita. 




   Nesse dia escolher ir andando foi uma escolha errada pois quando finalmente chegamos a Villa Borguese o sol já havia decido e apenas existia aquele lusco fusco. Fiquei meio chateada mas a vista do mirante a noite é muito bonita também. Nós ficamos uns 30 minutos lá olhando e descansando. 


     Depois descemos até a Piazza del  Popolo (que aparece no filme Anjos e Demônios), batemos umas fotos meio correndo porque tinham vários vendedores chatos assediando e fomos jantar no Ristaurante Al 34 (estávamos meio cismado com 3 e 4 nesse dia né xD) 
Massas gostosas, vinho gostoso. Preço dentro da "média" que descobrimos para um jantar bom (por volta de 10 euros o prato).  É uma pedida para quem tá nos arredores da Piazza di Spagna. 
Endereço:  Via Mario de' Fiori, 34, 00187 Roma, Itália

Fui desafiada... subi, mas foi uma merda descer xD
      Para fechar o dia, passeamos um pouquinho na Piazza di Spagna, que fica super iluminada por causa da igreja Trinita del Monti localizada no alto de um morrinho, batemos várias fotos na Fontana della Barcaccia e da escadaria que leva a igreja. 
Pegamos o metrô e voltamos para o ap, finalizando nossos dias em Roma. 

No dia seguinte levamos minha mãe e meu avô até o aeroporto e retornamos para o Termini para continuarmos a viagem pela Itália. 

Até Cinque terre! 


quarta-feira, 15 de março de 2017

Viagem: Roma (parte 1)

Olá!

Demorou horrores para eu continuar as narrativas do meu último mochilão - Lisboa/Roma/Cinque Terre/Costa Amalfitana - mas eu estou retomando com o que eu fiz em Roma.

Para começar, sobre a Itália:

Transporte = fomos para Roma de avião de Lisboa pela empresa aérea TAP. O trecho custou 200 reais. Valeu para gente porque nós fomos para Lisboa e a TAP era a melhor empresa em termos e valor para fazer esses trechos.
Para quem vai para Itália (e só Itália), recomendo - pelo preço somente - a ALITALIA.

Entre as cidades: usamos trem sempre, mas há quem fale de fazer os trechos de carro ou ônibus. As passagens de trem foram compradas no site TreNitalia (e não TreMitalia, que tem taxas extras).

Hospedagem = em Roma ficamos em um apartamento locado pelo site airbnb. Nos demais locais pela Itália, reservamos pelo booking.com e hostelworld.
    Nossos parâmetros para escolha de qualquer hospedagem sempre são: distancia das atrações, nota atribuída, comentários negativos (para ver se tem algo que não dá para aceitar), fotos dos banheiros (sim, só hospedagem com fotos do banheiro) e o valor.
    O máximo que gastamos para o casal com hospedagem é 40 euros por noite e. quando a diária é inferior, a diferença costuma ser absorvida por eventual local que só conseguimos hospedagem mais cara (que foi o caso da Costa Amalfitana).

   Para grupos (a partir de 3 pessoas) sempre recomendo alugar um ap no Airbnb porque economiza-se mais de diversas formas, além de ter-se mais privacidade.

ROMA


     Cidade bem caótica, com um transporte público bom - diante dos parâmetros tupiniquins - mas bem ineficiente em relação a um parâmetro europeu (estações com acessibilidade com defeito, coisas quebradas, cheiro de urina e atraso SEMPRE nos trens).
     As pessoas que moram lá costumam não dar informações ou mesmo serem muito rudes com os turistas - algo que me foi narrado por outras pessoas também. Os italianos de forma geral são muito simpáticos e solicitados SALVO os romanos. xD

Mas foram dias felizes, de muitas caminhadas e pontos turísticos magníficos.

Dia 01 - Chegada a Roma, Check in no apartamento, Coliseum e Jantar no restaurante Luzzi

Chegamos no aeroporto Fiumiccino e já haviamos comprando os bilhetes do ônibus expresso Fiumiccino - Termini (estação central de trens e com estação do metrô). Compramos pela internet no site da Terravision  por 4 euros por pessoa. Há trem expresso mas é bem mais caro - mas mais rápido. Pegamos o trem na volta para Roma - mas isso eu conto lá no fim da viagem.

O check in no apartamento demorou muito mais do que o esperado porque o host pediu a sua mãe - que não falava inglês - para nos informar as coisas e, para completar, apesar do prédio ser acessível, o host não possuia as chaves para ligar os elevadores para cadeira de rodas. Demorou quase 2 horas entre nossa chegada até a gente conseguir que alguém emprestasse a chave (apenas para subirmos a primeira vez) com as coisas.

# Pessoas que tem necessidades especiais SEMPRE enfatizem muito no ato de reserva o que você precisa para a sua estadia. O host justificou todo esse problema porque eu não avisei com antecedência que teria um cadeirante comigo mas perdeu todo o argumento quando eu disse que na divulgação do imóvel ele divulgava que o apartamento era acessível, logo, é responsabilidade do host ter os meios para providenciar essa acessibilidade (e não resolver providenciar quando tiver um hospede). A situação foi muito chata porque bastava que ele tivesse as chaves. Para piorar, ele falou para que eu fizesse a cópia das chaves para que eu usasse os elevadores.

Resolvida a questão da hospedagem e recepção da scooter para mobilidade do meu avô, seguimos para o Coliseoum mas tivemos sérios problemas para chegar lá porque a estação de metro do Coliseum tem uma acessibilidade parcial - só para cadeirantes com cadeira de roda comum. Tivemos que dar uma volta que simplesmente se resumiu a 1h de atraso.

Chegamos em cima da hora no Coliseu mas deu para fazer a visitação.





A nossa entrada estava incluída no cartão Roma Pass que adquirimos pela internet pelo valor de 38,50 euros. Neste valor esta incluído transporte ilimitado para 72h, a visita de 2 pontos turisticos- escolhemos os mais caros Coliseu/Foro Palatino e Castelo Sant'angelo - e desconto na entradas dos demais pontos turísticos.
# Não deixe de checar se as atrações que você vai ver estão incluidas e se realmente você vai precisar do uso de transporte ilimitado. Para que se hospeda próximo as atrações e pode ir a pé, acho que o cartão não compensa. 

A entrada do meu avô e da minha mãe (sua acompanhante) foi feita de graça e eles não pegaram qualquer fila. Mil elogios ao pessoal do Coliseum pelo tratamento diferenciado para pessoas com dificuldades de locomoção.

Após sermos expulsos (hehe, falei que chegamos em cima do horário né) do Coliseum, a fome já tava negra e fomos no restaurante recomendado e próximo do Coliseum chamado Luzzi,

imagem obtida pelo google maps
Endereço: Via di S. Giovanni in Laterano, 88, 00184 Roma, Itália.


Preço: 20 euros para o casal. (com 2 taças de vinho!!)

O restaurante é sensacional minha gente. O local é meio rustico e simples mas a comida é boa e o preço é justo.

Cuidado apenas para a enorme fila que costuma ter no local nos horários de pico. ^^


Dia 02 - Hop Hop bus, Foro/Palatino, Almoço no Hard Rock cafe, Gelatto no White Caffé, Caminhada das Fontes.

Nesse dia, meu avô e minha mãe resolveram fazer um tour menos cansativo, optando por pegar um ônibus de turismo. Eles optaram pelo ticket de 48 horas com almoço no Hard Rock café incluido oferecido por um dos milhares de vendedores desse tipo de serviço no Termini. A escolha por essa (que não me recordo o nome, mas acho que é a Green) foi por terem áudio em português.
Custou 38 euros todo o serviço, sendo que essa empresa o tour de 48h, sem almoço, já era um pouco mais caro mesmo que a empresa que costuma escolher (sightseeing - 28 euros por 38h na época). A verdade é que o pacote nessa outra empresa era feito para valer muito a pena fechar o almoço.

Enquanto eles faziam o tour no ônibus, eu e Daniel fomos para o Foro Romano e Palatino, cujos ingressos estão incluídos como única atração junto com o Coliseum no Roma Pass.

É um passeio de dia inteiro  e gostei MUITO do passeio e recomendo. É uma viagem no tempo!






O almoço no Hard Rock foi o esperado - a comida é boa e as porções são bem servidas mas o preço.... Para o meu avô e minha mãe saiu barato, já que incluído no ticket do bus - para nós custou 27 euros (muito caro para nossos padrões de almoço).

Após o almoço, passamos no Café White para tomar gelattos e só rolou alegria. Que delicia de gelatto! Super recomendo! O café White esta localizado bem proximo a piazza barberini e da lá começamos nossas caminhadas.

Dali começamos a caminhada das fontes: Fontana del Tritone (Piazza Barberini); Fontana de Trevi; Fontana di Nettuno e Fontana del Moro. É uma caminhada longa mas que vale muito a pena para conhecer a cidade.

Como nós queríamos ver a fontana de trevi iluminada, nós voltamos o caminho até ela.


E assim acabou o 2o dia em Roma.

Até o próximo post (ainda tem mais 2 dias em Roma!!)







Livros: Eu, Christiane F. - 13 anos, drogada e prostituída

Olá!



O livro Christiane F.  foi um dos sorteados no grupo de leitura e discussão de livros que  eu faço parte – o Café com Letras. Na verdade o livro que eu deveria estar lendo agora é Cem anos de solidão (do Gabriel Garcia Marquez) mas tive um lapso de memória e acabei começando a ler esse e aí baguncei tudo.

Quando acontecer o café com letras eu trago as discussões que travamos no nosso encontro pois nesse post a ideia é falar sobre as minhas impressões do livro.

Para começar, consiste em um relato real e  eu já sabia a história do livro antes de ler ele porque vi o filme (que foi feito baseado no livro) quando eu tinha uns 10 anos. O filme me chocou muito e acho que até e até eu ler o livro, achava que era nova demais para ter visto aquele filme mas a minha opinião mudou.

A história resumida esta no subtítulo do livro: 13 anos, drogada e prostituída. Tá que o titulo e subtítulo são invenções brasileiras (na obra original o nome era completamente diferente - Wir Kinder vom Bahnhof Zoo, que significa "Nós, os filhos de Bahnhof Zoo, estação de trem) mas acho que a forma brasileira utilizada foi boa porque já fala para o leitor o que esperar.

O engraçado é que o filme me chocou muito (e as lembranças do filme me chocavam) até eu ler o relato da Christiane. Os detalhes. A junção das declarações da mãe da Christiane e de outros profissionais que de alguma forma se relacionaram com o caso dela ou com a situação crítica que se passava na Alemanha no fim da década de 70. Isso sim é que choca porque o filme não tem a percepção, o desespero e diversos detalhes que o relato dela apresenta.

Acho que o que mais me impressionou era a minha reação constante a coisas que a Cristiane falava sobre o que motivou ela a iniciar o uso de drogas e a passar para uso de substancias mais pesadas. Ela repetiu várias vezes que era para se sentir “incluída” e no início eu ficava: que criancice, que idiotice, que imaturo.

Aí, teve um momento que o número 12 saltou da página e gravou na minha mente e eu realizei: LÓGICO que é infantil e besta esse tipo de pensamento! Christiane tinha 12 anos quando fumou maconha pela primeira vez em uma sociedade sem internet (para mim isso muda muita coisa!)

E o que me dá raiva (de mim) é que a minha reação parece semelhante com a reação do bom povo alemão da época que ignorava que a “drogada” na estação era uma criança! Que a menina com icterícia passando mal porque provavelmente usou uma agulha infectada É UMA CRIANÇA, mas que por ser drogada, teve atendimento negado no hospital.

E essa criança, quando conseguiu sair da merda e se desintoxicar continuou sendo desestimulada e convencida de que nunca poderia vencer na vida – pois tinha sempre o histórico de ter sido drogada no lombo.

Bom, indignações a parte e mesmo com toda a crítica ao sistema alemão na forma de lidar com o problema das drogas com crianças e adolescentes, eu realmente não tenho como não botar uma grande carga de tudo o que aconteceu nas costas dos pais da Christiane.

Sério, onde já se viu uma pessoa de 12 anos poder sair de casa todos os dias da semana? E não tinha tarefas, e tinha uma mesada “de graça” (independente de qualquer rendimento escolar). Por vezes dá impressão de que os pais não fazem ideia do que se passa com a vida acadêmica da menina!!

O mais bizarro – mesmo compreendendo as limitações tecnológicas da década de 70 – é que a mãe permitisse que uma menina tão nova simplesmente sumisse finais de semana inteiro e NUNCA fosse conferir com a mãe da suposta amiguinha se ela estava realmente lá.

Tá. Se não bastasse todaaaa a negligencia familiar pré e início do consumo de drogas, a reação da mãe quando descobriu que a filha esta injetando fucking HEROÍNA foi ... cara, só pode ser ignorância ou pura apatia porque parecia que ela não fazia nada. Somando as declarações da mãe com as da Christiane, me pareceu que a mãe deixou ela ainda mais solta e abandonada depois que descobriu o vício da filha.

Ta. Ta. A vida com internet é diferente. Mas realmente tenho a impressão que as coisas podiam ter sido muito diferentes se a Christiane tivesse tido uma presença familiar de verdade – não aquele “como eu não vi? Como eu não imaginei?” que a mãe dela fica soltando.

Tanto é verdade que a Kessy – amiga da Christiane cuja mãe encheu de porrada e proibiu de sair a noite nessa época – rapidamente se recuperou, voltou a frequentar normalmente o colégio e, segundo a própria Christiane, continuou tendo uma vida normal.

( Nesse momento vem todos os críticos de violência doméstica e bla bla bla. Não estou defendendo que você encha seu filho de porrada para ele “aprender”. Somente estou dizendo que entre ficar apático e tentar “bater no seu filho antes que alguém da rua bata” é menos traumático na vida do que se tornar viciado em heroína PONTO.)

Poster do filme.
Concluindo a análise: excelente livro – não que a leitura seja agradável, porque eu me sentia emocionalmente abalada diversas vezes – mas EXTREMAMENTE recomendável para formação individual, social e familiar das pessoas.

O vício em drogas realmente inicia cedo, eu vi isso na minha adolescência, e é uma tendência de adolescente tentar se enturmar sem medir as consequências desse tipo de escolha. Eu agradeço a Deus porque os amigos que eu resolvi me enturmar apenas curtiam rock e jogavam RPG xD

Logo: RECOMENDO essa leitura para TODAS as idades – é pesado mas antes cedo a leitura que fica como alerta para crianças e jovens do que o reflexo depois.

#Recomendo também o filme, que é de 1981 e tem o mesmo título. 

Até!



segunda-feira, 6 de março de 2017

Cabelo: Miraculous Recovery - John Frieda

Olá!



    Não é segredo algum que a marca John Frieda é uma das minhas favoritas para manutenção da saúde dos meus fios tão judiados. Já fiz a resenha das linhas Full Repair (resenha aqui), Radiant Red (resenha aqui) e Forever Smooth - Frizz Ease (resenha aqui).  Na época das resenhas os produtos não eram vendidos no Brasil e eu os comprava pela internet na Feelunique.
   Atualmente, a linha Full Repair e Forever Smooth é facilmente encontrada em farmácias e a internet pois já são comercializadas aqui no Brasil. O preço fica pau a pau com a importação.
   A linha Radiant Red nunca encontrei no Brasil e é uma das mais importantes porque ajuda a manter a cor por muito tempo - além de funcionar muito bem pro meu cabelo.

   A linha Miraculous Recovery - Frizz Ease Shampoo /Condicionador/Máscara de Hidratação foi adquirida durante meu mochilão em Dublin mas pode também ser adquirida facilmente no Brasil em lojas ou na internet na versão de tamanho normal.

  A proposta da linha é tratar cabelos danificados, limpando e nutrindo fios que estão secos. Como o meu cabelo estava com as pontas bem ressecadas - tipo palha - a linha caiu como uma luva e usei ela durante a minha última viagem - que teve até deserto no caminho xD
 
   Admito que diante das dificuldades climáticas, era difícil os produtos fazerem milagre no meu cabelo ultra ressecado mas eu realmente sentia que, após cada lavagem e hidratação, o cabelo ficava outro. Muito mais fácil de pentear e com um aspecto melhor.

Cabelo super hidratado logo após eu lavar e hidratar com a linha Miscaulous Recovery. 
 
Tanto a linha Full Repair quanto a Miraculous Recovery eu comprei lá fora a versão tamanho grande para salão e SUPER RECOMENDO.

   Mantendo o meu 100% de satisfação com o John Frieda, a linha Miraculous Recovery  é TOTALMENTE RECOMENDADA para cabelos detonas por química ou outros tipos de ressecamento (clima seco, praia, piscina, etc).

Até!